domingo, 2 de setembro de 2018

Capítulo 2: Fraqueza

Abriu a porta do apartamento de Darío, desde que passara a ir todos os dias  da semana, ele deu uma cópia da chave pra ela. Assim, chegava e fazia o planejado e podia ir para casa de maneira independente. Por isso era bom trabalhar para ele, não precisava cumprir horário, apenas fazer o combinado: limpar o apartamento( o mais complicado, porque o patrão era viciado em organização e limpeza), passar as roupas dele, cozinhar deixando as comidas congeladas para o uso dele durante a semana. Cansativo ?Sempre, afinal por mais que limpasse parecia que faltava limpar algo.
Darío Albuquerque vivia sozinho num apartamento pra lá de grande para apenas uma pessoa. Não possuía filhos e esposa. Por esse motivo, seu apartamento costumava viver intacto, mas ele como todo homem solteiro e rico, gostava de receber amigos e "amigas " pelo menos uma vez na semana e sempre precisava de uma limpeza a mais no apartamento.
Ela não reclamava, porque ele sempre pagava um pouco a mais em função da bagunça que ela encontrava do dia posterior. Algumas vezes, precisava ir no fim de semana mesmo, pois segundo a própria Tália, Darío tinha obsessão por limpeza e organização. Quando ele acordava no outro dia com o apartamento completamente bagunçado em função da noitada anterior, provavelmente, batia-lhe um desespero que rapidamente chamava Tália. Ela ia! Na realidade, não tinha do que reclamar, porque seus tios  ajudavam em muito com o cuidado com a sua filha.
Tula, sua irmã devido à beleza excepcional, tornara-se modelo. Com um corpo magro, cabelos longos e um rosto de personalidade marcante, ela havia feito várias campanhas de publicidade até se apaixonar pelo fotógrafo famoso Henrique Krueger. A partir daí sua vida mudou, de uma simples modelo, ela passou a trabalhar com o marido e a ascensão foi imediata. Tula como uma boa irmã tentava de todas as maneiras ajudar mais e mais a família do subúrbio do Rio, mas sua irmã Tália se prometeu não deixar que ela tomasse pra si o sustento dela. Segundo a irmã mais velha, ela poderia voltar a estudar para ter um emprego melhor, mas não queria! Ela já era maior de idade e tinha responsabilidade com sua menininha ...
Fazia de tudo para não pensar no arrogante patrão, mas era impossível para uma mulher apaixonada! Sim,Tália era apaixonada por Darío Albuquerque e ela tinha a absoluta certeza que ele sabia de seu segredo, mas nunca escutaria de sua boca essa revelação. Ele acostumado a modelos e de sua classe social, apenas a usava. Tália sabia que era usada por ele, mas não conseguia se livrar do ímã que a atraía para seus braços. Tália não resistia a Darío!
Duas semanas atrás, assim que ela entrou no apartamento dele foi surpreendida  por ele na cozinha:
" - Bom dia ,Darío!- cumprimentou ela com uma certa alegria contida.
-Bom dia, Tália! - cumprimentou ele a olhando de cima a baixo.
Ela pôde perceber seu olhar predador, mas fingiu ignorar e tentou passar por ele que estava a porta da geladeira com uma garrafa de água na mão, foi detida, ele segurou seu braço com força:
-Você está gostosa com esse vestidinho Tália. -disse ele com voz sensual e olhando todo seu corpo avantajado.
-Se foi um elogio, não funcionou! - Tentou se soltar da mão dele.
Mas ele com seus um metro e noventa e com um corpo bem trabalhado na academia, possuía muito mais força que ela, assim a empurrou para a parede a frente e deixou a garrafa no balcão da pia.
-Não foi um elogio, foi uma constatação. - explicou ele passando um dedo despudoradamente pelo decote dela .
-Darío, já falei que não ia acontecer mais...- falou ela com voz trêmula de excitação .
- Verdade! - confirmou ele com voz rouca enquanto beijava o pescoço dela ao mesmo tempo que roçava seu corpo grande em Tália.
Darío com seu torso nu cheio de tatuagens, apenas de bermuda de moleton e sem cueca, fazia Tália se desmanchar toda em suas mãos .
-Falou que não ia aceitar mais que eu tocasse em você assim. Não é mesmo ? - perguntou com um sorriso em seu pescoço ao enfiar sua mão dentro da calcinha de Tália.
-Ohhhh!
-Abre essa buceta pra mim, Tália!- falou em seu ouvido rouco.
Ele lhe deu uma pequena mordida no pescoço que fez com Tália não conseguisse resistir e sem perceber que atendia seu pedido, afastou mais as pernas, dando completo acesso a ele.
-Isso,Tália . Está gostoso minha mão nessa sua buceta? -perguntava com voz  sensual.
Ela sentia os dedos grandes penetrando sua vulva apaixonada por ele.
-Ohhhhhh. -gemeu ela.
Darío seguia penetrando seus dedos sem nenhum pudor, deixando Tália a ponto de explodir até que retirou sua mão do centro de prazer dela e disse:
- Chupa o meu pau!- disse ele inclinando-se para beijá-la nos lábios.
Ela recebeu o beijo duro e, completamente, excitada se abaixou, puxando a bermuda dele, desnudando -o. Sem poder se conter engoliu todo o membro grande do patrão, arrancando gemidos intensos dele. Darío passou a mover a cabeça dela de encontro ao seu membro e ela o recebendo sem reclamar até ele puxar seus cabelos, retirando o membro da boca dela.
-Vamos para o quarto ,Tália! -falou ele sem desviar o olhar, enquanto a empurrava para o ambiente
Ela se deixava conduzir como se estivesse hipnotizada. O patrão ao entrar no amplo ambiente atrás dela, foi direito para a mesinha de cabeceira e a abriu, pegando o preservativo. Tália o encarava sem poder entender o porquê se deixava usar daquela forma, mas ele conseguia tudo o quê queria com ela.
-De quatro,Tália! -disse sério enquanto ajustava o membro teso .
Ela sem esperar outro pedido ou ordem, colocou-se como havia pedido e rapidamente ele se aproximou por trás dela, apossou-se das nádegas generosas e passou a acariciar até dá-lhe uma tapa, levantando o vestido .
-Ohhhhhh, Darío!
-Isso, diz o meu nome, gostosa!- gemeu ele.
Ele abaixou a calcinha pequena e desavergonhadamente segurou cada uma das bandas e passou a apertar, demonstrando o prazer que sentia pelo traseiro avantajado da empregada.
-Ohhhh,que bunda linda,Tália !
Ela gemia antecipando os próximos passos dele, que passou a lubrificar seu pequeno orifício com a própria saliva. Darío não pedia permissão para se adonar do corpo de Tália e assim passou a invadir o pequeno botão.
-Ohhhhh. -gemia ela com a tensão que era ter um homem como ele invandindo seu pequeno orifício .
Ele segurando em sua cintura larga ia se impondo ao corpo de Tália e quando já estava quase todo dentro dela, retirou-se e voltou com intensidade .
-Ohhhhhh! -gritou a jovem empregada.
E a partir dessa primeira invasão, Darío passou a se mover sem pensar em carinho, apenas buscando o seu prazer. Tália levou uma das mãos a seu centro de prazer e passou  a se masturbar enquanto Dário se deliciava em suas carnes .
-Que gostosa! Que bunda gostosa!- gemia ele.
- Daríoooo! 
Ela sentindo os golpes em si e movendo os dedos, gemia antecipando o prazer intenso até que Darío a puxou com tudo para o membro e atingiu o êxtase , prendendo-a em si.Tália  se movia mais rápido, seus dedos em busca do prazer até que estremeceu, gemendo seu gozo. Darío se retirou de dentro dela e se deitou ao lado na cama, já ela se acomodou ofegante e esperando a respiração se acalmar. Ele a olhava sem dizer uma palavra, fazendo com que se incomodasse com o olhar claro dele. Assim se restabeleceu rápido e se levantou em silêncio, ajeitou o vestido e saiu do quarto de Darío sempre sobre o olhar sério do patrão, indo para o banheiro, onde terminou de se arrumar. E sem nem ao menos dizer nada para o patrão foi embora, mal tendo chegado. Não queria voltar pra casa, assim foi para a praia ali perto. Queria pensar em sua fraqueza diante dele. "
Depois daquele último encontro há duas semanas, parecia que ele a estava evitando, mas era melhor assim para os dois. Afinal já havia dito que não queria seguir com aquelas transas esporádicas, não por falta de desejo, mas por não aguentar encarar a realidade: Ele tinha suas modelos para ter prazer! Ela não ia ficar esperando  que ele um dia acordasse e caísse  da cama, batento a cabeça para descobrir que ela era a mulher pra ele. Por isso, desistiu de seguir com aquilo e mesmo depois de ter deixado claro para o patrão, ainda assim facilmente voltou a ir pra cama com ele.
Tália pensava sobre seu comportamento enquanto trocava de roupa, colocando uma roupa que havia determinado ser o seu uniforme. E assim pegou algumas das roupas que tinha para passar, armou a mesa e ligou a TV mediana da cozinha para poder passar toda a pilha de roupa.
Já estava a quase uma hora passando as roupas de Darío quando escutou a porta da sala se abrindo. Seu corpo estremeceu por saber que era ele, mas tentou se  concentrar na atividade até escutar:
-Oi,Tália! - Com aquela voz forte, que estremecia todo o seu corpo.
Ela levantou a cabeça e o encarou séria.
-Oi,Darío!

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